terça-feira, 3 de novembro de 2009

EM MENOS DE 24 HORAS DE UM DUPLO ASSASSINATO, MAIS UM CRIME É REGISTRADO EM PATOS. JOVEM É MORTO A TIROS E FACADAS.


O absurdo a cada dia que passa vem se registrando na Paraíba no tocante a violência. Em menos de 24 (vinte e quatro) horas de uma ocorrência de um duplo homicídio em Patos, mais um crime bárbaro foi registrado na Cidade.


Mailton Rodrigues Batista (19), solteiro, residente na Rua Nenzinho Leandro no bairro Frei Damião, antigo morro, foi morto por desconhecidos numa pequena Viela que fica por trás do Quartel do Corpo de bombeiros de Patos.


O crime aconteceu por volta das 11h:40 min da manhã desta segunda-feira (02), inclusive feriado de finados e, por muito pouco policiais que realizavam diligências pelo local na hora da violência não conseguiram se deparar com os acusados, que após o delito fugiram sem deixar pistas.


Aproximadamente 04 (quatro) perfurações de bala foram localizadas pelos peritos que concluíram os primeiros trabalhos periciais no cadáver ainda no local do crime, porém ao cortar a camisa da vítima, localizaram mais 03 (três) profundos golpes de faca-peixeira nas costas.


A maioria dos projéteis atingiu rosto e cabeça da vítima que teve morte imediata devido à gravidade dos ferimentos. Familiares do rapaz foram ao local do crime e a mãe saiu desesperada ao ver o corpo do filho no chão.


As primeiras suspeitas dos policiais é que Mailton tenha envolvimento com droga e supostamente o crime teria algum tipo de ligação com acerto de contas, porém não descartam a possibilidade de que haja uma suposta ligação com o duplo homicídio registrado ontem (01) nas imediações do Campestre, os quais vitimaram 02 (dois) jovens também a tiros.


Ao lado do corpo do rapaz os peritos localizaram uma faca-peixeira com o cabo enrolado com uma borracha preta cuja perícia não localizou nenhum vestígio sanguínio na sua lâmina. O pai que estava presente na hora da perícia negou que a faca fosse da vítima.


O local por ser bem estreito dificultou um pouco o trabalho dos policiais na hora do isolamento por causa dos curiosos, bem como o da perícia. Muita gente, inclusive crianças, queria se aproximar do corpo para acompanhar o trabalho da polícia, porém colaborar com informação ninguém quis com medo de represálias.

FONTE: PORTAL PATOS

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